25 Qua
Mar
26 Qui
Mar
27 Sex
Mar
28 Sáb
Mar
29 Dom
Mar
30 Seg
Mar
31 Ter
Mar
01 Qua
Apr
02 Qui
Apr
03 Sex
Apr
04 Sáb
Apr
05 Dom
Apr
06 Seg
Apr
07 Ter
Apr
08 Qua
Apr
09 Qui
Apr
10 Sex
Apr
11 Sáb
Apr
12 Dom
Apr

4ª feira na Oitava da Páscoa

Apoiadores do Pocket Terço
Terço com imagens no Youtube
Reze os Mistérios Gloriosos com imagens

Antífona de entrada

Vinde, benditos do meu Pai: tomai posse do reino preparado para vós desde a origem do mundo, aleluia! (Cf. Mt 25, 34)
Gradual Romano:
Veníte benedícti Patris mei, percípite regnum, allelúia: quod vobis parátum est ab orígine mundi, allelúia, allelúia, allelúia. Ps. Cantáte Dómino cánticum novum: cantáte Dómino omnis terra. (Mt. 25, 34; Ps. 95)

Vernáculo:
Vinde, benditos do meu Pai: tomai posse do reino preparado para vós desde a origem do mundo, aleluia! (Cf. MR: Mt 25, 34) Sl. Cantai ao Senhor Deus um canto novo, cantai ao Senhor Deus, ó terra inteira! (Cf. LH: Sl 95)

Glória

Glória a Deus nas alturas,
e paz na terra aos homens por Ele amados.
Senhor Deus, rei dos céus,
Deus Pai todo-poderoso.
Nós vos louvamos,
nós vos bendizemos,
nós vos adoramos,
nós vos glorificamos,
nós vos damos graças
por vossa imensa glória.
Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito,
Senhor Deus, Cordeiro de Deus,
Filho de Deus Pai.
Vós que tirais o pecado do mundo,
tende piedade de nós.
Vós que tirais o pecado do mundo,
acolhei a nossa súplica.
Vós que estais à direita do Pai,
tende piedade de nós.
Só Vós sois o Santo,
só vós, o Senhor,
só vós, o Altíssimo,
Jesus Cristo,
com o Espírito Santo,
na glória de Deus Pai.
Amém.

Coleta

Ó Deus, todos os anos nos alegrais com a solenidade da ressurreição do Senhor, concedei-nos, em sua bondade que, pelas festas que celebramos na terra, mereçamos chegar às alegrias eternas. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.

Primeira Leitura — At 3, 1-10


Leitura dos Atos dos Apóstolos


Naqueles dias, 1Pedro e João subiram ao Templo para a oração das três horas da tarde. 2Então trouxeram um homem, coxo de nascença, que costumavam colocar todos os dias na porta do Templo, chamada Formosa, a fim de que pedisse esmolas aos que entravam.

3Quando viu Pedro e João entrando no Templo, o homem pediu uma esmola. 4Os dois olharam bem para ele e Pedro disse: “Olha para nós!” 5O homem fitou neles o olhar, esperando receber alguma coisa. 6Pedro então lhe disse: “Não tenho ouro nem prata, mas o que tenho eu te dou: em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, levanta-te e anda!”

7E pegando-lhe a mão direita, Pedro o levantou. Na mesma hora, os pés e os tornozelos do homem ficaram firmes. 8Então ele deu um pulo, ficou de pé e começou a andar. E entrou no Templo junto com Pedro e João, andando, pulando e louvando a Deus.

9O povo todo viu o homem andando e louvando a Deus. 10E reconheceram que era ele o mesmo que pedia esmolas, sentado na porta Formosa do Templo. E ficaram admirados e espantados com o que havia acontecido com ele.

— Palavra do Senhor.

— Graças a Deus.


Salmo Responsorial — Sl 104(105), 1-2. 3-4. 6-7. 8-9 (R. 3b)


℟. Exulte o coração dos que buscam o Senhor.


— Dai graças ao Senhor, gritai seu nome, anunciai entre as nações seus grandes feitos! Cantai, entoai salmos para ele, publicai todas as suas maravilhas! ℟.

— Gloriai-vos em seu nome que é santo, exulte o coração que busca a Deus! Procurai o Senhor Deus e seu poder, buscai constantemente a sua face! ℟.

— Descendentes de Abraão, seu servidor, e filhos de Jacó, seu escolhido, ele mesmo, o Senhor, é nosso Deus, vigoram suas leis em toda a terra. ℟.

— Ele sempre se recorda da Aliança, promulgada a incontáveis gerações; da Aliança que ele fez com Abraão, e do seu santo juramento a Isaac. ℟.


https://youtu.be/O86FbD_-yNk
℟. Aleluia, Aleluia, Aleluia.
℣. Este é o dia que o Senhor fez para nós, alegremo-nos e nele exultemos! (Sl 117, 24) ℟.

Evangelho — Lc 24, 13-35


℣. O Senhor esteja convosco.

℟. Ele está no meio de nós.


℣. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo  segundo Lucas 

℟. Glória a vós, Senhor.


Naquele mesmo dia, o primeiro da semana, dois dos discípulos de Jesus iam para um povoado, chamado Emaús, distante onze quilômetros de Jerusalém. 14Conversavam sobre todas as coisas que tinham acontecido.

15Enquanto conversavam e discutiam, o próprio Jesus se aproximou e começou a caminhar com eles. 16Os discípulos, porém, estavam como que cegos, e não o reconheceram. 17Então Jesus perguntou: “O que ides conversando pelo caminho?” Eles pararam, com o rosto triste, 18e um deles, chamado Cléofas, lhe disse: “Tu és o único peregrino em Jerusalém que não sabe o que lá aconteceu nestes últimos dias?”

19Ele perguntou: “O que foi?” Os discípulos responderam: “O que aconteceu com Jesus, o Nazareno, que foi um profeta poderoso em obras e palavras, diante de Deus e diante de todo o povo. 20Nossos sumos sacerdotes e nossos chefes o entregaram para ser condenado à morte e o crucificaram. 21Nós esperávamos que ele fosse libertar Israel, mas, apesar de tudo isso, já faz três dias que todas essas coisas aconteceram! 22É verdade que algumas mulheres do nosso grupo nos deram um susto. Elas foram de madrugada ao túmulo 23e não encontraram o corpo dele. Então voltaram, dizendo que tinham visto anjos e que estes afirmaram que Jesus está vivo. 24Alguns dos nossos foram ao túmulo e encontraram as coisas como as mulheres tinham dito. A ele, porém, ninguém o viu”.

25Então Jesus lhes disse: “Como sois sem inteligência e lentos para crer em tudo o que os profetas falaram! 26Será que o Cristo não devia sofrer tudo isso para entrar na sua glória?” 27E, começando por Moisés e passando pelos Profetas, explicava aos discípulos todas as passagens da Escritura que falavam a respeito dele.

28Quando chegaram perto do povoado para onde iam, Jesus fez de conta que ia mais adiante. 29Eles, porém, insistiram com Jesus, dizendo: “Fica conosco, pois já é tarde e a noite vem chegando!” Jesus entrou para ficar com eles. 30Quando se sentou à mesa com eles, tomou o pão, abençoou-o, partiu-o e lhes distribuía.

31Nisso os olhos dos discípulos se abriram e eles reconheceram Jesus. Jesus, porém, desapareceu da frente deles. 32Então um disse ao outro: “Não estava ardendo o nosso coração quando ele nos falava pelo caminho, e nos explicava as Escrituras?” 33Naquela mesma hora, eles se levantaram e voltaram para Jerusalém onde encontraram os Onze reunidos com os outros. 34E estes confirmaram: “Realmente, o Senhor ressuscitou e apareceu a Simão!” 35Então os dois contaram o que tinha acontecido no caminho, e como tinham reconhecido Jesus ao partir o pão.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.


Antífona do Ofertório

Gradual Romano:
Portas caeli aperuit Dominus: et pluit illis manna, ut ederent: panem caeli dedit illis: panem angelorum manducavit homo, alleluia. (Ps. 77, 23. 24. 25)

Vernáculo:
Ordenou, então, às nuvens lá dos céus, e as comportas das alturas fez abrir; fez chover-lhes o maná e alimentou-os, e lhes deu para comer o pão do céu. O homem se nutriu do pão dos anjos, e mandou-lhes alimento em abundância, aleluia. (Cf. LH: Sl 77, 23. 24. 25)

Sobre as Oferendas

Aceitai, Senhor, o sacrifício da redenção da humanidade e concedei benigno a salvação da alma e do corpo. Por Cristo, nosso Senhor.



Antífona da Comunhão

Os discípulos reconheceram o Senhor Jesus na fração do pão, aleluia! (Cf. Lc 24, 35)
Gradual Romano:
Christus resurgens ex mortuis iam non moritur, alleuia: mors illi ultra non dominabitur, alleluia, alleluia. (Rom. 6, 9; ℣. Ps. 95, 1. 2. 3. 4. 7-8a. 8b-9a vel Ps. 15, 1-2. 5. 8. 9. 10. 11)

Vernáculo:
Sabendo que Cristo, ressuscitado dos mortos, não morre mais. A morte não tem mais domínio sobre ele. (Cf. Bíblia CNBB: Rm 6, 9)

Depois da Comunhão

Purificados de toda antiga culpa, nós vos pedimos, Senhor, que a sagrada comunhão no sacramento do vosso Filho nos transforme em nova criatura. Por Cristo, nosso Senhor.

Homilia do dia 08/04/2026


Os discípulos de Emaús e o amor de Deus


Jesus Cristo, o Homem das dores prenunciado pelo profeta Isaías, assumiu sobre si o peso dos nossos pecados, sofrendo-os em sua carne santíssima com um amor tão ardente ao Pai que supera todos os males. É nas suas dores salvíficas que encontra sentido o nosso sofrimento, convertido agora em meio de nos unirmos à Paixão que o Filho de Deus suportou por nós e em porta de entrada para a glória das alegrias eternas. Deixemo-nos cravar com Cristo na Cruz, a fim de reinarmos um dia com Ele no Céu.

Meditamos hoje a respeito da famosíssima aparição de Nosso Senhor aos discípulos de Emaús. Jesus caminha com dois discípulos: um chama-se Cleófas, e o outro é anônimo, como se estivesse nos representando. Eles vão tristes pelo caminho porque o Mestre está morto, e esperavam que Cristo libertasse Israel.

É importante nós compreendermos que a esperança do povo do Antigo Testamento era verdadeira, pois Deus havia prometido um libertador. No entanto, eles não haviam compreendido ainda a profundidade e a grandeza dessa libertação. Esperava-se uma libertação política e circunstancial, mas Jesus veio para salvar o mundo inteiro.

Aqui surge a pergunta que, até hoje, é o escândalo do povo judeu: como é possível que o Messias tenha vindo se as coisas continuam como estão? Como é possível que o libertador tenha vindo se as pessoas continuam passando por problemas, como a morte, as doenças e as guerras?

Jesus, então, no seu diálogo com os dois discípulos, dá a chave de leitura para adentrarmos no mistério do Antigo Testamento: a Cruz de Cristo.

Jesus explica que o Messias devia sofrer para entrar na sua glória, assim como nós, que para nos salvarmos e gozarmos da felicidade no Céu precisamos passar pelos sofrimentos desta vida. Cristo poderia ter salvo o mundo em um passe de mágica, mas não quis assim. Ele, na Cruz, revela-se como Deus que é amor; amor este que se esconde em uma dor trágica e incompreensível.

Ouvindo essa explicação, o coração dos discípulos de Emaús começou a arder, pois eles compreenderam o mistério de que, na aparente derrota de Cristo na Cruz, havia uma vitória extraordinária.

No Aleluia da Páscoa, cantamos não somente a vitória de Jesus sobre a morte biológica, mas também o triunfo de Cristo na própria Sexta-feira Santa, em que Satanás e o pecado foram derrotados através do enorme sofrimento de Nosso Senhor na Cruz.

Deus abençoe você!

Nossa Missão
Evangelize com o Pocket Terço: pocketterco.com.br/ajude

Santo do dia 08/04/2026

Santa Júlia Billiart (Memória Facultativa)
Local: Namur, Bélgica
Data: 08 de Abril † 1816


Marie-Rose-Julie Billiart nasceu em 12 de julho de 1751 em uma família rica em Cuvilly (França). Dezesseis anos depois, a miséria atingiu a família e, portanto, Giulia (ou Júlia) foi obrigada a trabalhar mesmo com trabalho manual pesado.

Aos vinte e dois anos foi atingida por uma paralisia nas pernas e, mesmo nessas condições, sob a orientação de seu pároco, dedicou-se às práticas de piedade e ao ensino do catecismo às crianças. Forçada a fugir, durante a Revolução Francesa, acusada de esconder padres relutantes às novas normas civis, dirigiu-se a Amiens, onde conheceu o padre Varin, superior dos Padres da Fé, que a convenceu a fundar uma organização dedicada à educação.

A vida em comum com alguns companheiros começou em 1803, fazendo os votos em 1804, ano em que ocorreu a cura milagrosa de suas pernas. Superiora em 1805, ela expandiu seu trabalho fundando escolas por toda a França e Bélgica. Em 1809 o bispo de Amiens, dando crédito a rumores caluniosos sobre ela, ordenou que ela deixasse sua casa, mas toda a comunidade a seguiu e se estabeleceram em Namur na Bélgica, sob a proteção do bispo local; entretanto mudaram o nome para “Irmãs de Nossa Senhora de Namur”.

Apesar de ter uma educação limitada, ela conseguiu espalhar suas fundações na Bélgica, formando também fileiras de professores. Fervorosa devota do Sagrado Coração teve também o dom do êxtase e dos milagres. Morreu em Namur em 8 de abril de 1816. Beatificada por S. Pio X em 13 de maio de 1906 e após o reconhecimento de dois milagres, um na Bélgica e outro no Brasil, foi canonizada em 22 de junho de 1969 pelo Papa Paulo VI.

Fonte: causesanti.va

Santa Júlia Billiart, rogai por nós!


Textos Litúrgicos © Conferência Nacional dos Bispos do Brasil