São Bento, Abade, Memória
Antífona de entrada
Os iusti meditábitur sapiéntiam, et lingua eius loquétur iudícium: lex Dei eius in corde ipsíus. Ps. Noli aemulári in malignántibus: neque zeláveris faciéntes iniquitátem. (Ps. 36, 30. 31 et 1)
Vernáculo:
O justo tem nos lábios o que é sábio, sua língua tem palavras de justiça; traz a Aliança do seu Deus no coração, e seus passos não vacilam no caminho. Sl. Não te irrites com as obras dos malvados nem invejes as pessoas desonestas; (Cf. LH: Sl 36, 30. 31 e 1)
Coleta
Ó Deus, que constituístes o abade São Bento preclaro mestre na escola do serviço divino, concedei, nós vos pedimos, que, nada antepondo ao vosso amor, corramos de coração alegre e generoso no caminho dos vossos mandamentos. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
Primeira Leitura — Is 6, 1-8
Leitura do Livro do Profeta Isaías
1No ano da morte do rei Ozias, vi o Senhor sentado num trono de grande altura; o seu manto estendia-se pelo templo. 2Havia Serafins de pé a seu lado; cada um tinha seis asas, duas cobriam-lhes o rosto, duas, os pés e, com duas, eles podiam voar.
3Eles exclamavam uns para os outros: “Santo, santo, santo é o Senhor dos exércitos; toda a terra está repleta de sua glória”. 4Ao clamor dessas vozes, começaram a tremer as portas em seus gonzos e o templo encheu-se de fumaça. 5Disse eu então: “Ai de mim, estou perdido! Sou apenas um homem de lábios impuros, mas eu vi com meus olhos o rei, o Senhor dos exércitos”.
6Nisto, um dos serafins voou para mim, tendo na mão uma brasa, que retirara do altar com uma tenaz, 7e tocou minha boca, dizendo: “Assim que isto tocou teus lábios, desapareceu tua culpa, e teu pecado está perdoado”. 8Ouvi a voz do Senhor que dizia: “Quem enviarei? Quem irá por nós?” Eu respondi: “Aqui estou! Envia-me”.
— Palavra do Senhor.
— Graças a Deus.
Salmo Responsorial — Sl 92(93), 1ab. 1c-2. 5 (R. 1a)
℟. Reina o Senhor, revestiu-se de esplendor.
— Deus é Rei e se vestiu de majestade, revestiu-se de poder e de esplendor! ℟.
— Vós firmastes o universo inabalável, vós firmastes vosso trono desde a origem, desde sempre, ó Senhor, vós existis! ℟.
— Verdadeiros são os vossos testemunhos, refulge a santidade em vossa casa, pelos séculos dos séculos, Senhor! ℟.
℣. Felizes sereis vós se fordes ultrajados por causa de Jesus, pois repousa sobre vós o Espírito de Deus. (1Pd 4, 14) ℟.
Evangelho — Mt 10, 24-33
℣. O Senhor esteja convosco.
℟. Ele está no meio de nós.
℣. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo ✠ segundo Mateus
℟. Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 24“O discípulo não está acima do mestre, nem o servo acima do seu senhor. 25Para o discípulo, basta ser como o seu mestre, e para o servo, ser como o seu senhor. Se ao dono da casa eles chamaram de Belzebu, quanto mais aos seus familiares!
26Não tenhais medo deles, pois nada há de encoberto que não seja revelado, e nada há de escondido que não seja conhecido. 27O que vos digo na escuridão, dizei-o à luz do dia; o que escutais ao pé do ouvido, proclamai-o sobre os telhados! 28Não tenhais medo daqueles que matam o corpo, mas não podem matar a alma! Pelo contrário, temei aquele que pode destruir a alma e o corpo no inferno!
29Não se vendem dois pardais por algumas moedas? No entanto, nenhum deles cai no chão sem o consentimento do vosso Pai. 30Quanto a vós, até os cabelos da cabeça estão todos contados. 31Não tenhais medo! Vós valeis mais do que muitos pardais.
32Portanto, todo aquele que se declarar a meu favor diante dos homens, também eu me declararei em favor dele diante do meu Pai que está nos céus. 33Aquele, porém, que me negar diante dos homens, também eu o negarei diante do meu Pai que está nos céus”.
— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.
Antífona do Ofertório
Gradual Romano:
Desidérium ánimae eius tribuísti ei, Dómine, et voluntáte labiórum eius non fraudásti eum: posuísti in cápite eius corónam de lápide pretióso. (Ps. 20, 3. 4)
Vernáculo:
O que sonhou seu coração, lhe concedestes; não recusastes os pedidos de seus lábios. Com bênção generosa o preparastes; de ouro puro coroastes sua fronte. (Cf. LH: Sl 20, 3. 4)
Sobre as Oferendas
Senhor, olhai com bondade as oferendas que vos apresentamos na festa de São Bento; concedei que, imitando seu exemplo, busquemos somente a vós e, no vosso serviço, mereçamos alcançar os dons da unidade e da paz. Por Cristo, nosso Senhor.
Antífona da Comunhão
Fidélis servus et prudens, quem constítuit Dóminus super famíliam suam: ut det illis in témpore trítici mensúram. (Lc. 12, 42; ℣. Ps. 111, 1. 2. 3. 4. 5-6a. 6b-7a. 7b-8. 9)
Vernáculo:
Eis o servo fiel e prudente, a quem o Senhor confiou a sua família para dar-lhe alimento no tempo oportuno. (Cf. MR: Lc 12, 42)
Depois da Comunhão
Tendo recebido o penhor da vida eterna, nós vos pedimos humildemente, Senhor, que, seguindo os ensinamentos de São Bento, permaneçamos fiéis em vosso serviço e amemos os irmãos com caridade ardente. Por Cristo, nosso Senhor.
Homilia do dia 11/07/2026
Deixar-se cuidar por Deus
A Providência divina estende-se a todas as criaturas, pois todas elas, inclusive o mais pequeno pardal, são obras de Deus. No entanto, o Senhor tem um cuidado especial por aqueles que, batizados e em estado de graça, vivem como filhos seus. Ora, que Ele cuide de nós como um Pai cheio de zelo não significa que seremos poupados dos sofrimentos da vida presente, mas que teremos a graça de ver convertidas em nosso benefício espiritual todas as provações que Ele amorosamente nos enviar.
O Evangelho deste sábado dirige o nosso olhar para a Providência divina: “Quanto a vós, até os cabelos da cabeça estão todos contados”, diz Nosso Senhor. E o Apóstolo Paulo comenta: “Sabemos que todas as coisas concorrem para o bem daqueles que amam a Deus” (Rm 8,28).
Ainda que tudo esteja nas mãos providenciais do Senhor, o cuidado que Ele tem para com seus filhos adotivos é de ordem diversa da atenção que dispensa ao restante das criaturas. Aqueles que respondem ao convite de Cristo — “Vinde a mim” (Mt 11,28) — colocam-se sob a ação especial de Deus e aprendem a abandonar-se aos seus cuidados.
Para esses, tudo, sem exceção, concorre para o bem. Encontram-se sob a proteção daquele que acalma as tempestades e dá ordens aos ventos e ao mar (cf. Mt 8,23-27). Não vivem como os que permanecem afastados de Deus, recusando o seu amor paterno e reduzindo-se a uma existência semelhante à das demais criaturas.
É preciso compreender, porém, que essa promessa de cuidado providencial nada tem a ver com uma “teologia da prosperidade”. O fato de Deus cuidar de nós não significa que estaremos livres das cruzes, das tribulações, das privações ou dos sofrimentos.
Significa, antes, que até mesmo as dificuldades da vida presente podem ser transformadas em instrumentos de santificação. Para aqueles que amam a Deus, os sofrimentos não são inúteis; tornam-se caminhos pelos quais o Senhor os conduz para um bem maior.
Por isso, não devemos buscar a Cristo apenas pelos benefícios que dele esperamos receber. Devemos buscá-lo porque Ele é o nosso sumo e único Bem. É nele que encontramos a força necessária para suportar as dores desta vida e carregar a cruz de cada dia.
O discípulo é chamado a configurar-se ao Cristo crucificado, para que um dia participe também da sua glória. Como recorda São Pedro, existe uma coroa incorruptível reservada aos que perseverarem fiéis até o fim (cf. 1Pd 5,4).
Tenhamos, portanto, nos lábios e no coração, ao longo deste dia, uma atitude constante de abandono à vontade divina. Deixar-se cuidar por Deus significa permitir que Ele realize em nós tudo aquilo que for do seu agrado.
“Faça-se, cumpra-se, seja louvada e eternamente glorificada a justíssima e amabilíssima vontade de Deus sobre todas as coisas. Assim seja. Assim seja.”
Deus abençoe você!
Santo do dia 11/07/2026
São Bento de Núrsia, Abade (Memória)
Local: Montecassino, Itália
Data: 11 de Julho † 547
Enquanto no Oriente o imperador Justiniano se ocupava com fazer e desfazer leis, costumes, construções, sedições, um homem pobre, saído quase que de uma caverna, fundou uma legislação e uma sociedade novas, para quem quisesse a ela submeter-se. O nome desse homem era Benedito ou Bendito, do qual se formou Bento. Bendito de nome, ele o foi principalmente nas obras. Nasceu por volta do ano de 480, de uma família de grande consideração, nos arredores de Núrsia, no ducado de Espoleto. O pai chamava-se Eutrópio, a mãe Abundância. Jovem ainda, foi enviado a Roma para fazer seus estudos. Mas, vendo a corrupção da juventude das escolas, retirou-se secretamente da cidade e, furtando-se inclusive da governanta que o havia acompanhado, foi para um lugar chamado Sublac, a quarenta milhas de Roma, onde se fechou em uma caverna muito estreita. Estava com catorze ou quinze anos. Ficou três anos nessa caverna, sem que ninguém soubesse de nada, exceto um monge que o encontrou nessa solidão: Bento confessou-lhe seus desígnios, e o monge, prometendo-lhe guardar segredo, vestiu-o com um hábito monástico e lhe deu todos os recursos que dele dependiam. Romano, era o nome do monge, morava em um mosteiro da vizinhança, sob a direção de um abade chamado Teodato. Mas de vez em quando escapava e levava, em certos dias, o que economizava de sua porção, a São Bento. Como não houvesse caminho para chegar à caverna, pelo lado do mosteiro de Teodato, Romano amarrava o pão a uma corda comprida, com um sininho, para chamar a atenção de Bento e para que este o apanhasse.
Vivendo assim na caverna, sem nenhum comércio com os homens, não sabia nem em que dia se encontrava. No dia de Páscoa do ano de 497, um sacerdote havia preparado sua refeição. Deus fê-lo saber, por revelação, o lugar em que se encontrava seu servo, morrendo de fome. Ele se pôs imediatamente a caminho, através de valezinhos e rochedos, até alcançar a caverna. A primeira coisa que ambos fizeram foi rezarem juntos e se entreterem em seguida com coisas divinas.
Ao fim, o sacerdote lhe disse:
- Levanta-te e comamos, porque é hoje dia de Páscoa.
Bento respondeu:
- Sei bem que é a festa da Páscoa, pois tenho a felicidade de vê-lo.
O sacerdote lhe disse novamente:
- É de fato a solenidade pascal, o dia da ressurreição do Senhor, no qual não convém que jejues, e fui enviado expressamente para tomarmos juntos os dons de Deus.
Então, comeram juntos, bendizendo o Senhor. Terminada a refeição, o sacerdote tornou à sua igreja.
Pelo mesmo tempo, alguns pastores o encontraram escondido na caverna. Vendo-o coberto com uma pele de ovelha, através das urzes, tomaram-no por um animal. Mas quando souberam que se tratava de um servo de Deus, encheram-se de veneração por ele. Alguns, cativados por suas palavras, deixaram os costumes brutais e se converteram. Desde esse tempo, começou a ser conhecido de toda a vizinhança. Muitos vinham vê-lo e lhe traziam comida. Ele, para lhes agradecer, alimentava-lhes as almas com diversos conselhos salutares. O demônio ficou invejoso. Um dia, Bento estava sozinho, quando a lembrança de uma mulher que vira havia muito tempo, excitou nele tentação tão violenta, que esteve a ponto de abandonar a solidão. Mas imediatamente, iluminado pela graça de Deus, voltou a si, atirou-se a um arbusto de urtigas e nelas rolou durante muito tempo, nu; quando se retirou, o corpo lhe sangrava. As dores do corpo preveniram as da alma e a dor apagou a voluptuosidade. O fruto que colheu dessa vitória foi que, desde então, não teve semelhantes tentações.
Seu nome tornou-se célebre. Muitas pessoas deixaram o mundo e se reuniram sob sua direção. Pouco distante de Sublac, havia um mosteiro, cujo abade havia morrido. A comunidade, por sufrágio unânime elegeu Bento para ser-lhe o sucessor. Os religiosos vieram procurá-lo e lhe pediram que aceitasse o encargo da direção do mosteiro. Bento recusou-se durante muito tempo, dizendo que não havia compatibilidade de modos de agir. Mas, finalmente, cansado pelos importunos, concordou em aceitar o cargo de abade. Bem depressa se arrependeram da escolha que haviam feito, porque Bento queria que se sujeitassem a viver de acordo com o estado, obrigava-os a isso e os corrigia. Olhavam-no, então, como um homem sem experiência, duro e sem misericórdia, pouco indicado para dirigir os outros. Dissimularam, todavia, a cólera, no começo. Mas, vendo que a severidade continuava na mesma intensidade, e achando insuportável deixar os antigos hábitos, tomaram unanimemente a decisão de se desfazerem dele, dando-lhe vinho envenenado.
Quando ele estava à mesa, apresentaram-lhe, para benzer, o primeiro copo, que era para ele. Todos, segundo o costume do mosteiro, segurando nas mãos os copos, esperavam a bênção, que era para todos, ao mesmo tempo. Bento estendeu a mão e fez o sinal da cruz. Imediatamente, o copo, no qual se encontrava a bebida mortífera, quebrou-se como se nele tivesse sido atirada uma pedra. O homem de Deus compreendeu logo de que se tratava. E, levantando-se da mesa, disse aos monges, com expressão tranquila:
- Que Deus Todo-Poderoso tenha piedade de vós, meus irmãos! Por que me quisestes tratar dessa forma? Não vos disse que nossos costumes eram incompatíveis? Ide procurar um superior que vos convenha: não me tereis no futuro.
Tendo-lhes assim falado, retornou para a querida solidão. Era pelo ano de 510.
Suas virtudes e seus milagres atraíram tantos discípulos para a solidão de Sublac, que ele construiu nos arredores doze mosteiros, em cada um dos quais colocou doze monges sob a direção de um abade submetido à sua supervisão. Ainda conhecemos os lugares e os nomes desses mosteiros. A reputação de São Bento passou para Roma, de onde se estendeu para as províncias mais afastadas. Os mais nobres dessa cidade e as pessoas de piedade vinham vê-lo na solidão. Alguns lhes deram seus filhos, não para os educar na ciência das artes vãs e inúteis, mas para formá-los na virtude e na piedade. As atas de São Plácido se referem a isso como sendo no ano de 522.
Nesse ano, e durante os seguintes, São Bento operou várias maravilhas, que os biógrafos tiveram o cuidado de relatar. Entre esses autores, o principal é o papa São Gregório o Grande, que escreveu a vida do santo, com o testemunho de seus discípulos imediatos.
Bento partiu de Sublac e foi para Cassino, pequena cidade sobre a encosta de alta montanha no país dos samnitas. Havia no cume da montanha um antigo templo de Apolo, que os camponeses ainda adoravam. E ao redor, bosques consagrados ao ídolo, onde faziam sacrifícios. Foi lá que Bento se fixou. Quebrou o ídolo, derrubou o altar, os bosques e construiu um oratório de São Martinho, no templo mesmo de Apolo e de São João, no lugar onde estavam o altar dos ídolos e iniciou um trabalho de instrução da religião verdadeira para todo o povo das vizinhanças. Trabalhou, depois, no alojamento dos religiosos, que não tinham outro arquiteto senão ele mesmo, nem outros operários que os próprios monges. Segundo se afirma, a fundação desse mosteiro foi por volta de 529. Mas tudo isso não foi sem suportar, como outrora acontecera a Santo Antão, inúmeros assaltos do espírito maligno. Várias vezes ele apareceu ao santo, não em sonho, mas a olhos vistos, sob formas horríveis, com olhos flamejantes, dizendo-lhe injúrias, lamentando-se com grandes gritos de violência.
O número dos discípulos aumentava dia a dia. São Bento deu-lhes, então, uma regra, julgada tão sábia, que, com o decorrer do tempo, foi aceita em todos os mosteiros do Ocidente, como a de São Basílio foi nos do Oriente.
A vida monástica não tem por fim observar apenas os preceitos do Evangelho, mas ainda os conselhos, a saber: a continência perfeita, a pobreza voluntária, a obediência religiosa. Os preceitos obrigam todos os cristãos; os conselhos de perfeição são apenas para os que desejam praticá-los e para aqueles chamados por Deus.
São Bento terminou a regra dizendo que a redigira, para dar, aos que a praticassem, princípios de uma vida honesta e alguns começos das virtudes religiosas; que os que desejassem tender à perfeição, encontrariam as regras nas Conferências de Cassiano, nas Vidas dos Padres e na Regra de São Basílio. Vê-se que ele mesmo havia bebido nessas fontes, para se aperfeiçoar e para formar a legislação que legou aos discípulos. O papa São Gregório, o Grande, encontrou-a escrita com pouca clareza e prudência. Conta-se que um príncipe, Cosme de Médicis, a lia assiduamente, e que, interrogado a esse respeito, respondeu que os preceitos lhe pareciam muito apropriados, pela sabedoria que continham, para ajudá-lo a bem governar seus Estados.
São Bento terminou tranquilamente os dias em meio a guerras e revoluções na Itália. Tinha uma irmã chamada Escolástica, cuja vida vimos no dia 10 de fevereiro. São Bento não viveu muito tempo após a morte da irmã. No mesmo ano, em 543, predisse a alguns dos discípulos que com ele moravam sua morte, pedindo-lhes guardassem segredo. A outros mais afastados, deu sinais, que lhes indicariam ter chegado ao fim. Seis dias antes de falecer, mandou que abrissem a sepultura. Foi, então, acometido de febre violenta, que aumentava dia a dia. No sexto dia, fez com que o levassem para o oratório, onde recebeu o Corpo e o Sangue do Senhor. E, erguendo os olhos e as mãos para o céu, entre os braços dos discípulos que o sustentavam, entregou o espírito a Deus, orando, no dia 21 de março de 543, um sábado, aos 63 anos de idade. Foi enterrado no oratório de São João Batista, que construira em lugar do altar de Apolo. Na caverna de Sublac que habitara, operou inúmeros milagres.
Referência:
ROHRBACHER, Padre. Vida dos santos: Volume V. São Paulo: Editora das Américas, 1959. Edição atualizada por Jannart Moutinho Ribeiro; sob a supervisão do Prof. A. Della Nina. Adaptações: Equipe Pocket Terço. Disponível em: obrascatolicas.com. Acesso em: 21 jun. 2021.
São Bento de Núrsia, rogai por nós!


