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Imaculado Coração da Bem-aventurada Virgem Maria, Memória

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Antífona de entrada

Meu coração, por vosso auxílio, rejubile, e que eu vos cante pelo bem que me fizestes! (Cf. Sl 12, 6)
Gradual Romano:
Meditatio cordis mei in conspectu tuo semper: Domine adiutor meus, et redemptor meus. Ps. Caeli enarrant gloriam Dei: et opera manuum eius annuntiat firmamentum. (Ps. 18, 15 et 2)

Vernáculo:
Os pensamentos que me ocupam, Senhor, estão sempre diante de Vós. Senhor, Vós sois o meu auxílio e o meu Redentor. Sl. Os Céus proclamam a glória de Deus, e o firmamento anuncia a grandeza das suas obras. (Cf. MRQ: Sl 18, 15 e 2)

Coleta

Ó Deus, que preparastes morada digna do Espírito Santo no Coração da Virgem Maria, concedei benigno que, por sua intercessão, nos tornemos templo da vossa glória. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.

Primeira Leitura — Is 61, 9-11


Leitura do Livro do Profeta Isaías


9A descendência do meu povo será conhecida entre as nações, e seus filhos se fixarão no meio dos povos; quem os vir há de reconhecê-los como descendentes abençoados por Deus. 10Exulto de alegria no Senhor e minha alma regozija-se em meu Deus; ele me vestiu com as vestes da salvação, envolveu-me com o manto da justiça e adornou-me como um noivo com sua coroa, ou uma noiva com suas joias. 11Assim como a terra faz brotar a planta e o jardim faz germinar a semente, assim o Senhor Deus fará germinar a justiça e a sua glória diante de todas as nações.

— Palavra do Senhor.

— Graças a Deus.


Salmo Responsorial — 1Sm 2, 1. 4-8


℟. Meu coração se regozija no Senhor.


— Exulta no Senhor meu coração, e se eleva a minha fronte no meu Deus; minha boca desafia os meus rivais porque me alegro com a vossa salvação. ℟.

— O arco dos fortes foi dobrado, foi quebrado, mas os fracos se vestiram de vigor. Os saciados se empregaram por um pão, mas os pobres e os famintos se fartaram. Muitas vezes deu à luz a que era estéril, mas a mãe de muitos filhos definhou. ℟.

— É o Senhor quem dá a morte e dá a vida, faz descer à sepultura e faz voltar; é o Senhor quem faz o pobre e faz o rico, é o Senhor quem nos humilha e nos exalta. ℟.

— O Senhor ergue do pó o homem fraco, do lixo ele retira o indigente, para fazê-los assentar-se com os nobres num lugar de muita honra e distinção. ℟.

℟. Aleluia, Aleluia, Aleluia.
℣. Bendita é a Virgem Maria, que guardava a Palavra de Deus, meditando-a no seu coração. (Cf. Lc 2, 19) ℟.

Evangelho — Lc 2, 41-51


℣. O Senhor esteja convosco.

℟. Ele está no meio de nós.


℣. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas

℟. Glória a vós, Senhor.


41Os pais de Jesus iam todos os anos a Jerusalém, para a festa da Páscoa. 42Quando ele completou doze anos, subiram para a festa, como de costume. 43Passados os dias da Páscoa, começaram a viagem de volta, mas o menino Jesus ficou em Jerusalém, sem que seus pais o notassem.

44Pensando que ele estivesse na caravana, caminharam um dia inteiro. Depois começaram a procurá-lo entre os parentes e conhecidos. 45Não o tendo encontrado, voltaram para Jerusalém à sua procura. 46Três dias depois, o encontraram no Templo. Estava sentado no meio dos mestres, escutando e fazendo perguntas.

47Todos os que ouviam o menino estavam maravilhados com sua inteligência e suas respostas. 48Ao vê-lo, seus pais ficaram muito admirados e sua mãe lhe disse: “Meu filho, por que agiste assim conosco? Olha que teu pai e eu estávamos, angustiados, à tua procura”. 49Jesus respondeu: “Por que me procuráveis? Não sabeis que devo estar na casa de meu Pai?” 50Eles, porém, não compreenderam as palavras que lhes dissera. 51Jesus desceu então com seus pais para Nazaré, e era-lhes obediente. Sua mãe, porém, conservava no coração todas estas coisas.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.


Antífona do Ofertório

Gradual Romano:
Meditabor in mandatis tuis quae dilexi valde: et levabo manus meas ad mandata tua quae dilexi. (Ps. 118, 47. 48)

Vernáculo:
Muito me alegro com os vossos mandamentos, que eu amo, amo tanto, mais que tudo! Elevarei as minhas mãos para louvar-vos e com prazer meditarei vossa vontade. (Cf. LH: Sl 118, 47. 48)

Sobre as Oferendas

Acolhei, Senhor, as orações e oferendas dos vossos fiéis que vos apresentamos na comemoração da Bem-aventurada Virgem Maria, Mãe de Deus; que elas vos sejam agradáveis e nos tragam o auxílio da vossa misericórdia. Por Cristo, nosso Senhor.



Antífona da Comunhão

Maria guardava todos estes fatos e meditava sobre eles em seu coração. (Lc 2, 19)
Gradual Romano:
Narrabo omnia mirabilia tua: laetabor et exsultabo in te: psallam nomini tuo, Altissime. (Ps. 9, 2. 3; ℣. Ps. 9. 4. 5. 10. 11. 12. 13. 14. 15)

Vernáculo:
Senhor, de coração vos darei graças, as vossas maravilhas cantarei! Em vós exultarei de alegria, cantarei ao vosso nome, Deus altíssimo! (Cf. MR: Sl 9, 2-3)

Depois da Comunhão

Senhor, vós nos fizestes participantes dos frutos da redenção eterna; concedei, a nós que celebramos a memória da Mãe do vosso Filho, que nos gloriemos na plenitude da vossa graça e sintamos crescer sempre mais a salvação. Por Cristo, nosso Senhor.

Homilia do dia 13/06/2026


O coração de Maria e o projeto de Deus para nós


Conforme foi revelado à irmã Lúcia, em Tuy, o Coração Imaculado de Maria, livre do pecado original desde sua concepção, não é mais do que o próprio Coração de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Tendo celebrado ontem o Sagrado Coração de Jesus, comemoramos hoje, com grande alegria, o Imaculado Coração de Maria. E o que significa celebrar esta memória? Significa recordar que Maria teve seu Coração tão intimamente configurado ao de Cristo que, no fundo, seu coração se tornou o Coração de Jesus. Foi exatamente isso que Nossa Senhora revelou à Irmã Lúcia, vidente de Fátima, em Tuy, na Espanha, ao aparecer com o seu Coração Imaculado rodeado de espinhos. No entanto, o Coração rodeado de espinhos pertence a Jesus, fazendo-nos entender que ela queria mostrar que o seu Coração é o Coração de seu Filho.

Se meditarmos sobre isso, veremos que essa é a verdade profunda que deveria nortear a vida de todo cristão. Nós, quando nos convertemos, já não temos mais coração, pois ele, como diz São Paulo, “está escondido com Cristo no Céu”. Essa realidade, tão metafórica, aconteceu de fato na vida de Santa Catarina de Sena. Um dia, Jesus apareceu a ela e fez algo extraordinário: arrancou o coração dela, colocando no lugar o seu Sacratíssimo Coração. Dali para frente, ela dizia: “Eu não tenho mais coração”, e essa realidade é uma das tantas formas de expressarmos a nossa união com Cristo.

E o que devemos fazer para nos configurar ao Coração de Jesus? O próprio Evangelho de hoje nos dá a resposta. Trata-se do episódio em que Jesus é perdido e reencontrado no Templo entre os doutores. No versículo final, o 51, lemos: “Sua Mãe, porém, conservava no coração todas essas coisas”. Essa mesma realidade é lembrada anteriormente no mesmo capítulo, quando Maria recebe a visita dos pastores. Ali, além de guardar em seu coração, ela também meditava. Esse belo versículo, inclusive, é usado para a Aclamação ao Evangelho da Missa de hoje.

Portanto, precisamos receber a Palavra de Deus para que ela vá sendo gerada em nós. Assim como Maria recebe a Palavra do Anjo e a gera durante nove meses, todo cristão precisa gerar essa Palavra. Somente assim acontece a transformação do coração. Jesus tem Palavras de vida eterna, de tal forma que, se realmente o ouvirmos, reagiremos como São Pedro: “Para onde iremos nós, Senhor?” O Senhor roubou o meu coração. “Eu vivo, mas já não eu; é Cristo que vive em mim”.

O Coração Imaculado de Maria é o projeto acabado desta realidade que Deus quer realizar em todos nós. É necessário unir-nos ao Coração dele e desejar ardentemente essa união, como se nosso coração tivesse sido raptado. Da mesma forma que o noivo apaixonado anseia pela chegada da noiva, assim deve ser a nossa alma desejando Nosso Senhor. Peçamos hoje, portanto, que nossa Mãe Santíssima nos ensine a ter um coração como o dela, para que um dia gozemos da felicidade eterna de estarmos junto de Deus no Céu.

Deus abençoe você!

Nossa Missão
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Santo do dia 13/06/2026

Santo Antônio de Pádua, Presbítero e Doutor da Igreja (Memória)
Local: Pádua, Itália
Data: 13 de Junho † 1231


Francisco de Assis, que encontrou o jovem frei Antônio por ocasião do capítulo geral, ocorrido no Pentecostes de 1221, chamava-o confidencialmente de “o meu bispo”. Antônio, cujo nome de registro é Fernando de Bulhões y Taveira de Azevedo, nasceu em Lisboa em 1195. Entrou aos quinze anos no colégio dos cônegos regulares de santo Agostinho. Em apenas nove meses aprofundou tanto o estudo da Sagrada Escritura que foi chamado mais tarde por Gregório IX “Arca do Testamento”. Uniu à cultura teológica a filosófica e a científica, muito vivas pela influência da filosofia árabe. Cinco franciscanos tinham sido martirizados no Marrocos, onde tinham ido para evangelizar os infiéis; Fernando viu seus ataúdes transportados para Portugal em 1220, e decidiu seguir-lhes os passos, entrando na Ordem dos frades mendicantes de Coimbra, com o nome de Antônio Olivares.

Durante a viagem para Marrocos, onde pôde ficar apenas alguns dias por causa de sua hidropisia, um acidente arrastou a embarcação para as costas sicilianas. Morou alguns meses em Messina, no convento dos franciscanos, cujo prior o levou consigo a Assis para o Capítulo geral. Aqui Antônio conheceu pessoalmente “o trovador de Deus”, Francisco de Assis. Foi designado para a província franciscana da Romagna e viveu a vida eremítica num convento perto de Forli. Incumbido das humildes funções de cozinheiro, frei Antônio viveu na obscuridade até que os seus superiores, percebendo seus extraordinários dons de pregador, enviaram-no pela Itália setentrional e pela França a fim de pregar nos lugares onde a heresia dos albigenses era mais forte.

Antônio teve finalmente uma morada fixa no convento de Arcella, a um quilômetro dos muros de Pádua. Daí saía para pregar aonde quer que fosse chamado. Em 1231, o ano em que sua pregação atingiu o vértice de intensidade e se caracterizou por conteúdos sociais, Antônio foi atingido por uma doença inesperada e foi transportado do convento de Camposampiero a Pádua num carro de feno. Morreu em Arcella a 13 de junho de 1231. “O santo” por antonomásia, como era chamado em Pádua, foi canonizado no Pentecostes de 1232, apenas um ano após a morte, apoiado por uma popularidade que sempre cresceria de época em época.

Referência:
SGARBOSSA, Mario; GIOVANNI, Luigi. Um santo para cada dia. São Paulo: Paulus, 1983. 397 p. Tradução de: Onofre Ribeiro. Adaptações: Equipe Pocket Terço.

Santo Antônio de Pádua, rogai por nós!


Textos Litúrgicos © Conferência Nacional dos Bispos do Brasil