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3ª feira da 6ª Semana do Tempo Comum

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Memória Facultativa

Os sete Santos Fundadores da Ordem dos Servos de Maria

Antífona de entrada

Sede para mim um Deus protetor e um lugar de refúgio, para me salvar. Porque sois minha força e meu refúgio e, por causa do vosso nome, me guiais e sustentais. (Cf. Sl 30, 3-4)
Gradual Romano:
Esto mihi in Deum protectorem, et in locum refugii, ut salvum me facias. Quoniam firmamentum meum, et refugium meum es tu: et propter nomen tuum dux mihi eris, et enutries me. Ps. In te, Domine, speravi, non confundar in aeternum: in iustitia tua libera me. (Ps. 30, 3. 4 et 2)

Vernáculo:
Sede para mim um Deus protetor e um lugar de refúgio, para me salvar. Porque sois minha força e meu refúgio e, por causa do vosso nome, me guiais e sustentais. (Cf. MR: Sl 30, 3. 4) Sl. Senhor, eu ponho em vós minha esperança; que eu não fique envergonhado eternamente! (Cf. LH: Sl 30, 2)

Coleta

Ó Deus, que prometestes permanecer nos corações retos e sinceros, concedei-nos por vossa graça viver de tal maneira que possais habitar em nós. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.

Primeira Leitura — Tg 1, 12-18


Leitura da Carta de São Tiago


12Feliz o homem que suporta a provação. Porque, uma vez provado, receberá a coroa da vida, que o Senhor prometeu àqueles que o amam.

13Ninguém, ao ser tentado, deve dizer: “É Deus que me está tentando”, pois Deus não pode ser tentado pelo mal e tampouco ele tenta a ninguém. 14Antes, cada qual é tentado por sua própria concupiscência, que o arrasta e seduz. 15Em seguida, a concupiscência concebe o pecado e o dá à luz, e o pecado, uma vez consumado, gera a morte.

16Meus queridos irmãos, não vos enganeis. 17Todo dom precioso e toda dádiva perfeita vêm do alto; descem do Pai das luzes, no qual não há mudança, nem sombra de variação. 18De livre vontade ele nos gerou, pela Palavra da verdade, a fim de sermos como que as primícias de suas criaturas.

— Palavra do Senhor.

— Graças a Deus.


Salmo Responsorial — Sl 93(94), 12-13a. 14-15. 18-19 (R. 12a)


℟. Bem-aventurado é aquele a quem ensinais vossa lei!


— É feliz, ó Senhor, quem formais e educais nos caminhos da Lei, para dar-lhe um alívio na angústia. ℟.

— O Senhor não rejeita o seu povo e não pode esquecer sua herança: voltarão a juízo as sentenças; quem é reto andará na justiça. ℟.

— Quando eu penso: “Estou quase caindo!” Vosso amor me sustenta, Senhor! Quando o meu coração se angustia, consolais e alegrais minha alma. ℟.


https://youtu.be/9LocqyOyZWI
℟. Aleluia, Aleluia, Aleluia.
℣. Quem me ama realmente, guardará minha palavra e meu Pai o amará, e a ele nós viremos. (Jo 14, 2) ℟.

Evangelho — Mc 8, 14-21


℣. O Senhor esteja convosco.

℟. Ele está no meio de nós.


℣. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo  segundo Marcos 

℟. Glória a vós, Senhor.


Naquele tempo, 14os discípulos tinham se esquecido de levar pães. Tinham consigo na barca apenas um pão. 15Então Jesus os advertiu: “Prestai atenção e tomai cuidado com o fermento dos fariseus e com o fermento de Herodes”.

16Os discípulos diziam entre si: “É porque não temos pão”. 17Mas Jesus percebeu e perguntou-lhes: “Por que discutis sobre a falta de pão? Ainda não entendeis e nem compreendeis? Vós tendes o coração endurecido? 18Tendo olhos, vós não vedes, e tendo ouvidos, não ouvis? Não vos lembrais 19de quando reparti cinco pães para cinco mil pessoas? Quantos cestos vós recolhestes cheios de pedaços?”

Eles responderam: “Doze”. 20Jesus perguntou: E quando reparti sete pães com quatro mil pessoas, quantos cestos vós recolhestes cheios de pedaços? Eles responderam: “Sete”. 21Jesus disse: “E vós ainda não compreendeis?”

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.


Antífona do Ofertório

Gradual Romano:
Benedíctus es Dómine, doce me iustificatiónes tuas: benedíctus es Dómine, doce me iustificatiónes tuas: in lábiis meis pronuntiávi ómnia iudícia oris tui. (Ps. 118, 12. 13)

Vernáculo:
Ó Senhor, vós sois bendito para sempre; os vossos mandamentos ensinai-me! Com meus lábios, ó Senhor, eu enumero, os decretos que ditou a vossa boca. (Cf. LH: Sl 118, 12. 13)

Sobre as Oferendas

Este sacrifício, Senhor, nos purifique e renove e seja causa de recompensa eterna para os que fazem a vossa vontade. Por Cristo, nosso Senhor.



Antífona da Comunhão

Eles comeram e beberam à vontade. O Senhor satisfizera os seus desejos. (Cf. Sl 77, 29-30)
Gradual Romano:
Manducaverunt, et saturati sunt nimis, et desiderium eorum attulit eis Dominus: non sunt fraudati a desiderio suo. (Ps. 77, 29. 30; ℣. Ps. 77, 1. 3-4a. 4bcd. 23. 24. 25. 27. 28; p.278)

Vernáculo:
Eles comeram e beberam à vontade. O Senhor satisfizera os seus desejos. (Cf. MR: Sl 77, 29-30)

Depois da Comunhão

Senhor, que nos fizestes provar as alegrias do céu, dai-nos desejar sempre o alimento que nos traz a verdadeira vida. Por Cristo, nosso Senhor.

Homilia do dia 17/02/2026


“Por que discutis sobre a falta de pão?”


Depois de tudo o que viram e ouviram, os discípulos ainda não são capazes de transcender as aparências da carne e, refletindo sobre os sinais realizados por Cristo, elevar-se à realidade espiritual e divina que nele se manifesta claramente, mas só aos que têm olhos para ver e o coração bem disposto e preparado. E nós, que discípulos temos sido? Os que buscam Jesus para ter pão, mas sem saber sequer quem Ele realmente é, ou os que o buscam sem querer nada em troca, porque sabem que Ele, só, vale mais do que o céu e a terra juntos?

Dando continuidade à leitura do Evangelho segundo S. Marcos, acompanhamos Jesus nesta viagem rumo ao porto da fé a que Ele nos vem conduzindo há alguns dias. Fora de Israel, como vimos, o Senhor encontrou gente bem disposta e acolhedora, que o buscou com a simplicidade e a fé que Ele tanto deseja, como a mulher siro-fenícia; na Terra Santa, porém, Ele teve a decepção de ver endurecido o coração do seu próprio povo, sobretudo entre os fariseus. É por isso que Ele torna ao barco, atravessa o mar de Tiberíades e volta ao lugar em que realizara a primeira multiplicação dos pães, para dali se dirigir às fontes do rio Jordão, onde Pedro dará seu testemunho de fé na sua filiação divina. Mas, ao partirem hoje em viagem, os discípulos se esquecem de levar provisões e, ao ouvirem a advertência do Mestre: “Tomai cuidado com o fermento dos fariseus”, a interpretam como uma referência à falta de pão. Diante de tamanha falta de inteligência, que refletia a mesma indisposição de muitos em Israel, o Senhor os repreende, com um tom ora de lástima, ora de desapontamento: “Por que discutis sobre a falta de pão? Ainda não entendeis e nem compreendeis? Vós tendes o coração endurecido?” Ou seja, também vós estais preocupados com vossas necessidades, insensíveis às coisas do espírito, mais interessados em estar comigo pelo pão que multiplico do que pela graça da minha presença, bastante para saciar a todo homem? É verdade que, ao contrário dos fariseus, os discípulos já têm aqui um princípio de fé, mas não é ainda aquela fé luminosa que professará Pedro dentro de alguns dias, não por força da carne e do sangue, isto é, de seus dotes naturais de inteligência, mas pela graça do Espírito Santo. Para dispor os discípulos a esta mesma fé, Jesus os leva a refletir sobre tudo o que o viram realizar: “Não vos lembrais de quando reparti cinco pães para cinco mil pessoas?”, prova clara de que Ele não pode ser senão o Filho de Deus. Mas se eles ainda não entendem nem compreendem; têm olhos, mas não vêem; têm ouvidos, mas não ouvem, é porque não meditaram o suficientes e não podem, portanto, transcender as aparências carnais para elevar-se, à luz da fé, à realidade divina que se oculta e revela nas obras de Cristo. Que nós, seguindo-lhe os conselhos e ouvindo-lhe as advertências, saibamos meditar pausada e frequentemente na vida de Nosso Senhor, a fim de nos abrirmos à graça sem a qual não é possível alegrar o Coração de Cristo com aquela belíssima profissão de fé: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo”. Que a Virgem SS. afaste de nós toda dureza de coração e nos leve, com mão segura, a ter vida de oração perseverante e fecunda.

Deus abençoe você!

Nossa Missão
Evangelize com o Pocket Terço: pocketterco.com.br/ajude

Santo do dia 17/02/2026

Sete Santos Fundadores dos Servitas (Memória Facultativa)
Local: Monte Senário, Toscana, Itália
Data: 17 de Fevereiro † c. 1262-1310


Eram sete comerciantes pertencentes às melhores famílias de Florença no século XIII. Certamente, as pessoas gostariam de conhecer o nome dos Sete. Foram eles: Bonfiglio Monaldi, Aleixo Falconieri, Bento dell Antella, Bartolomeu Amidei, Ricovero Uguccione, Gerardino Sostegni e João Boajunta. Tornaram-se membros de uma pia associação de devotos da Virgem Maria, os chamados Laudesi (Louvadores de Maria).

O grupo dos Sete resolveu primeiramente levar vida eremítica no monte Senário, venerando de modo particular a Santíssima Virgem Maria. Depois se dedicaram também à pregação por toda a Toscana e fundaram a Ordem dos Servos de Maria (Servitas), aprovada pela Sé Apostólica em 1304. Foram canonizados em 1888 por Leão XIII. Interessante que todos foram canonizados ao mesmo tempo através de um processo único conjunto. É caso raro ou único na história da Igreja de santos não mártires.

Dentre eles são mais conhecidos São Bonfiglio Monaldi, o primeiro Prior Geral, e Santo Aleixo Falconieri, que, tendo vivido como irmão leigo até o fim da vida, foi o último a falecer aos 17 de fevereiro de 1310. Teria chegado aos 110 anos. Por isso, a memória dos Sete Santos neste dia.

A Ordem espalhou-se, além da Itália, pela Europa e por outras regiões pelo mundo. Instalaram-se no Brasil a partir de 1920. Além de vários conventos, eles mantêm uma missão no Estado do Acre. Como "Servos de Maria" (Servitas) até hoje eles se distinguem pela contemplação unida à vida ativa do apostolado na difusão do culto e da espiritualidade mariana no mundo.

Os Sete Santos Fundadores ajudam os cristãos a cultivar a verdadeira devoção à Virgem Maria dentro do Mistério de Cristo e da Igreja.

Referência:
BECKHÄUSER, Frei Alberto. Os Santos na Liturgia: testemunhas de Cristo. Petrópolis: Vozes, 2013. 391 p. Adaptações: Equipe Pocket Terço.

Sete Santos Fundadores dos Servitas, rogai por nós!


Textos Litúrgicos © Conferência Nacional dos Bispos do Brasil