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6ª feira da 2ª Semana da Quaresma

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Antífona de entrada

Senhor, eu ponho em vós minha esperança; que eu não fique envergonhado eternamente! Retirai-me desta rede traiçoeira, porque sois o meu refúgio protetor! (Cf. Sl 30, 2. 5)
Gradual Romano:
Ego autem cum iustitia apparebo in conspectu tuo: satiabor, dum manifestabitur gloria tua. Ps. Exaudi Domine iustitiam meam: intende deprecationem meam. (Ps. 16, 15 et 1)

Vernáculo:
Mas eu verei, justificado, a vossa face e ao despertar me saciará vossa presença. Sl. Ó Senhor, ouvi a minha justa causa, escutai-me e atendei o meu clamor! (Cf. LH: Sl 16, 15 e 1)

Coleta

Purificai-nos, ó Deus todo-poderoso, para que, pelo fervor da penitência quaresmal, cheguemos de coração sincero à Páscoa que se aproxima. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.

Primeira Leitura — Gn 37, 3-4. 12-13a. 17b-28

 

Leitura do Livro do Gênesis


3Israel amava mais a José do que a todos os outros filhos, porque lhe tinha nascido na velhice. E por isso mandou fazer para ele uma túnica de mangas longas. 4Vendo os irmãos que o pai o amava mais do que a todos eles, odiavam-no e já não lhe podiam falar pacificamente.

12Ora, como os irmãos de José tinham ido apascentar o rebanho do pai em Siquém, 13adisse Israel a José: “Teus irmãos devem estar com os rebanhos em Siquém. Vem, vou enviar-te a eles”.

17bPartiu, pois, José atrás de seus irmãos e encontrou-os em Dotaim. 18Eles, porém, tendo-o visto ao longe, antes que se aproximasse, tramaram a sua morte. 19Disseram entre si: “Aí vem o sonhador! 20Vamos matá-lo e lançá-lo numa cisterna, depois diremos que um animal feroz o devorou. Assim veremos de que lhe servem os sonhos”.

21Rúben, porém, ouvindo isto, disse-lhes: 22“Não lhe tiremos a vida”! E acrescentou: “Não derrameis sangue, mas lançai-o naquela cisterna do deserto, e não o toqueis com as vossas mãos”. Dizia isto, porque queria livrá-lo das mãos deles e devolvê-lo ao pai. 23Assim que José chegou perto dos irmãos, estes despojaram-no da túnica de mangas longas, pegaram nele 24e lançaram-no numa cisterna que não tinha água. 25Depois, sentaram-se para comer. Levantando os olhos, avistaram uma caravana de ismaelitas, que se aproximava, proveniente de Galaad. Os camelos iam carregados de especiarias, bálsamo e resina, que transportavam para o Egito.

26E Judá disse aos irmãos: “Que proveito teríamos em matar nosso irmão e ocultar o seu sangue? 27É melhor vendê-lo a esses ismaelitas e não manchar nossas mãos, pois ele é nosso irmão e nossa carne”. Concordaram os irmãos com o que dizia.

28Ao passarem os comerciantes madianitas, tiraram José da cisterna, e por vinte moedas de prata o venderam aos ismaelitas: e estes o levaram para o Egito.

— Palavra do Senhor.

— Graças a Deus.


Salmo Responsorial — Sl 104(105), 16-17. 18-19. 20-21 (R. 5a)


℟. Lembrai sempre as maravilhas do Senhor!


— Mandou vir, então, a fome sobre a terra e os privou de todo pão que os sustentava; um homem enviara à sua frente, José que foi vendido como escravo. ℟.

— Apertaram os seus pés entre grilhões e amarraram seu pescoço com correntes, até que se cumprisse o que previra, e a palavra do Senhor lhe deu razão. ℟.

— Ordenou, então, o rei que o libertassem, o soberano das nações mandou soltá-lo; fez dele o senhor de sua casa, e de todos os seus bens o despenseiro. ℟.


https://youtu.be/1kVMGX3Px_A
℟. Jesus Cristo, sois bendito, sois o Ungido de Deus Pai!
℣. Deus o mundo tanto amou, que lhe deu seu próprio Filho, para que todo o que nele crer, encontre vida eterna. (Jo 3, 16) ℟.

Evangelho — Mt 21, 33-43. 45-46


℣. O Senhor esteja convosco.

℟. Ele está no meio de nós.


℣. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo  segundo Mateus 

℟. Glória a vós, Senhor.


Naquele tempo, dirigindo-se Jesus aos chefes dos sacerdotes e aos anciãos do povo, disse-lhes: 33“Escutai esta outra parábola: Certo proprietário plantou uma vinha, pôs uma cerca em volta, fez nela um lagar para esmagar as uvas e construiu uma torre de guarda. Depois arrendou-a a vinhateiros, e viajou para o estrangeiro. 34Quando chegou o tempo da colheita, o proprietário mandou seus empregados aos vinhateiros para receber seus frutos.

35Os vinhateiros, porém, agarraram os empregados, espancaram a um, mataram a outro, e ao terceiro apedrejaram. 36O proprietário mandou de novo outros empregados, em maior número do que os primeiros. Mas eles os trataram da mesma forma. 37Finalmente, o proprietário, enviou-lhes o seu filho, pensando: ‘Ao meu filho eles vão respeitar’.

38Os vinhateiros, porém, ao verem o filho, disseram entre si: ‘Este é o herdeiro. Vinde, vamos matá-lo e tomar posse da sua herança!’ 39Então agarraram o filho, jogaram-no para fora da vinha e o mataram. 40Pois bem, quando o dono da vinha voltar, que fará com esses vinhateiros?”

41Os sumos sacerdotes e os anciãos do povo responderam: “Com certeza mandará matar de modo violento esses perversos e arrendará a vinha a outros vinhateiros, que lhe entregarão os frutos no tempo certo”.

42Então Jesus lhes disse: “Vós nunca lestes nas Escrituras: ‘a pedra que os construtores rejeitaram tornou-se a pedra angular; isto foi feito pelo Senhor e é maravilhoso aos nossos olhos?” 43Por isso eu vos digo: o Reino de Deus vos será tirado e será entregue a um povo que produzirá frutos”.

45Os sumos sacerdotes e fariseus ouviram as parábolas de Jesus, e compreenderam que estava falando deles. 46Procuraram prendê-lo, mas ficaram com medo das multidões, pois elas consideravam Jesus um profeta.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.


Antífona do Ofertório

Gradual Romano:
Domine, in auxilium meum respice: confundantur et revereantur, qui quaerunt animam meam, ut auferant eam: Domine, in auxilium meum respice. (Ps. 39, 14. 15)

Vernáculo:
Dignai-vos, Senhor, libertar-me, vinde logo, Senhor, socorrer-me! De vergonha e vexame enrubesçam, os que buscam roubar a minha vida. Humilhados recuem e voltem, os que sentem prazer em meus males. Vinde logo, Senhor, socorrer-me! (Cf. Sal.: Sl 39, 14. 15)

Sobre as Oferendas

Nós vos pedimos, ó Deus, que a vossa misericórdia prepare os vossos fiéis e os leve, por uma vida santa, à plenitude dos mistérios que celebramos. Por Cristo, nosso Senhor.



Antífona da Comunhão

Deus nos amou e enviou o seu Filho, como vítima de reparação pelos nossos pecados. (1Jo 4, 10)
Gradual Romano:
Tu, Domine, servabis nos,et custodies nos a generatione hac in aeternum. (Ps. 11, 8; ℣. Ps. 11, 2. 3. 4. 5. 6. 7)

Vernáculo:
Vós, porém, ó Senhor Deus, nos guardareis para sempre, nos livrando desta raça! (Cf. LH: Sl 11, 8a)

Depois da Comunhão

Dai-nos, Senhor, dai-nos caminhar de tal modo, que possamos alcançar a salvação eterna, cujo penhor acabamos de receber. Por Cristo, nosso Senhor.

Homilia do dia 06/03/2026


Quando somos nós os traidores


Não seremos também nós como aqueles vinhateiros, satisfeitos e felizes enquanto faz bom tempo e o Senhor está longe, mas que se tornam assassinos ferozes quando nos é pedida a conta dos nossos frutos de amor e conversão?

O Evangelho de hoje fala-nos da parábola dos vinhateiros assassinos, dirigida especificamente aos fariseus, que, depois de a compreenderem, mas sem se emendarem, começam a tramar um meio de perder Jesus. Ao lermos páginas como esta, ficamos chocados com a dureza e a incredulidade desses homens, que veem todo o bem feito por Jesus, e ainda assim, apegados à sua posição e prestígio, fazem o possível para o condenar: “Compreenderam que estava falando deles e procuraram prendê-lo”. Na verdade, somos tentados a ler a história que levou Cristo à morte com distanciamento, como se nós, se lá estivéssemos entre os judeus, fôssemos incapazes das mesmas crueldades. Não conseguimos ver-nos entre as turbas enfurecidas que gritavam a Pilatos: “Crucifica-o! Crucifica-o!”, nem imaginar que poderíamos um dia cair na mesma covardia de Pedro, que passou cerca de três anos com Cristo, vendo-lhe o poder e a majestade, para negá-lo em menos de uma noite por receio de uns criados. E no entanto somos postos nas mesmas dificuldades, na mesma urgência de decidir se seremos fiéis ou não, todas as vezes que Deus nos “põe em apuros” por meio de tribulações e provações. Enquanto estamos na nossa “zona de conforto”, é fácil ser piedoso e dizer de peito cheio: “Senhor, eu te seguirei aonde fores, inclusive à morte, se preciso for”; mas basta uma nuvenzinha mais escura a sombrear-nos o horizonte para, sem demora, praguejarmos contra Deus, impacientes e revoltados, e abandonarmos nossas devoções, o cumprimento dos nossos preceitos e até mesmo a religião de que nos sentimos fidelíssimos seguidores. No fundo, somos nós os vinhateiros daquela vinha: enquanto faz bom tempo e o sol brilha alto, somos gratos por tão boa e amena ocupação; mas, se Deus nos vem pedir conta dos frutos que estamos produzindo, somos capazes de lhe agarrar o Filho, espancá-lo e matá-lo, não uma, mas todas as vezes que for necessário. Que não continuemos a crucificar o Filho de Deus, e se tanto nos custa corresponder com amor generoso ao amor infinito que Ele nos tem, peçamos-lhe a graça de o podermos fazer de bom grado, sem encontrar desculpas nem escusas. Que, por causa de nossa infidelidade, Ele não venha a dizer: “O Reino de Deus vos será tirado”.

Deus abençoe você!

Nossa Missão
Evangelize com o Pocket Terço: pocketterco.com.br/ajude

Santo do dia 06/03/2026

Santa Rosa de Viterbo (Memória Facultativa)
Local: Viterbo, Itália
Data: 06 de Março † 1253


Os biógrafos de santa Rosa de Viterbo enfeitam demais sua vida. Pertencia a modesta família. Desde muito pequena começou a operar prodígios. Na Biografia II existem coisas incríveis, como: ressuscitou uma tia materna com apenas três anos de idade, transformou pães em rosas, pregava nas praças, etc.

Os relatos da Biografia I são mais dignos de fé. Nasceu em 1234. Na antevigília da festa de são Nicolau de 1244, noite em que morreu Frederico II, ela teve uma visão que determinou seu ingresso na Ordem Terceira de São Francisco. Apareceu-lhe Nossa Senhora que a convidou a procurar a senhora Zita, superiora local da Ordem Terceira para dar-lhe o hábito e acompanhá-la em visita a três igrejas, como sinal de consagração a Deus.

Aquele dia marcou o início das suas exortações aos concidadãos concitando-os à penitência e fidelidade a Cristo e à Igreja, cuja unidade era ameaçada pelas heresias dos patarinos e dos cátaros e pelas rixas da cidade. Suas pregações foram interpretadas em sentido político e Maineto de Bovolo mandou a família de Rosa para o exílio.

Isso durou pouco, pois o imperador logo morreu, como Rosa havia previsto. Na viagem de volta, em Vitorchiano, curou uma cega de nome Delicada e converteu um obstinado herege, apelando para o juízo de Deus.

Em vão tentou entrar na Ordem fundada por santa Clara de Assis. Nada se sabe a respeito da morte dela a não ser que tinha 18 anos quando morreu. Seu corpo ficou 18 meses exposto, sem caixão, na igreja de santa Maria del Poggio. Após ter sido enterrado, seu corpo continuou intacto por vários séculos, além disso saiu ileso de um incêndio que queimou até o caixão. Não obstante todos os milagres e a popularidade de santa Rosa de Viterbo ela nunca foi oficialmente canonizada pela Igreja. No entanto, em 1583, o nome de Rosa, como Santa, foi incluído no Martirológio Romano e muitas igrejas foram dedicadas a ela no mundo.

Referência:
SGARBOSSA, Mario; GIOVANNI, Luigi. Um santo para cada dia. São Paulo: Paulus, 1983. 397 p. Tradução de: Onofre Ribeiro. Adaptações: Equipe Pocket Terço.

Santa Rosa de Viterbo, rogai por nós!


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