01 Qui
Jan
02 Sex
Jan
03 Sáb
Jan
04 Dom
Jan
05 Seg
Jan
06 Ter
Jan
07 Qua
Jan
08 Qui
Jan
09 Sex
Jan
10 Sáb
Jan
11 Dom
Jan
12 Seg
Jan
13 Ter
Jan
14 Qua
Jan
15 Qui
Jan
16 Sex
Jan
17 Sáb
Jan
18 Dom
Jan
19 Seg
Jan
20 Ter
Jan
21 Qua
Jan
22 Qui
Jan
23 Sex
Jan
24 Sáb
Jan
25 Dom
Jan
26 Seg
Jan
27 Ter
Jan
28 Qua
Jan
29 Qui
Jan
30 Sex
Jan
31 Sáb
Jan
Todos os santos

Compartilhar:





Nome: Epifania do Senhor Dia 06 de Janeiro (Solenidade)
Data: 06 de Janeiro

(No Brasil, por determinação da CNBB, esta solenidade é celebrada no domingo, entre 2 e 8 de janeiro.)

A origem oriental desta solenidade está implícita no seu nome: Epifania (revelação, manifestação). Os latinos usavam a denominação festividade da declaração ou aparição com o significado de revelação da divindade de Cristo ao mundo pagão através da adoração dos magos, aos judeus com o batismo nas águas do Jordão e aos discípulos com o milagre das bodas de Caná. O episódio dos magos, que está além de possível reconstrução histórica, podemos considerá-lo, como o fizeram os Padres da Igreja, o símbolo e a manifestação do chamado de todos os povos pagãos à vida eterna. Os magos foram a declaração explícita de que o Evangelho era para ser pregado a todos os povos.

Na Igreja oriental é enfocado particularmente o batismo de Jesus. São Gregório Nazianzeno chama-a de "festa das luzes" e a contrapõe à festa pagã do sol invicto. Na realidade, tanto no Oriente como no Ocidente, a Epifania tem o caráter de solenidade ideológica que transcende os episódios históricos particulares. Celebra-se a manifestação de Deus aos homens na pessoa do Filho, isto é a primeira fase da redenção. Cristo se manifesta aos pagãos, aos judeus e aos apóstolos. São três momentos sucessivos do relacionamento Deus-homens.

Ao pagão Deus fala através do mundo visível; o esplendor do sol, a harmonia dos astros, a luz das estrelas no firmamento ilimitado são portadores de certa presença de Deus. Os magos descobriram no céu os sinais de Deus. Tendo como ponto de partida a natureza, os pagãos podem "cumprir as obras da lei", diz São Paulo. E aos habitantes de Listra: "... o Deus vivo, que fez o céu, a terra, o mar e tudo quanto neles há. Ele permitiu nos tempos passados que todas as nações seguissem os seus caminhos. Contudo, nunca deixou de dar testemunho de si mesmo, por seus benefícios: dando-vos do céu as chuvas e os tempos férteis, concedendo abundante alimento e enchendo os vossos corações de alegria" (At 14,15-17). Mas "ultimamente falou-nos por seu Filho, que constituiu herdeiro de tudo, por quem igualmente criou o mundo" (Hb 1, 2). Os numerosos mediadores da manifestação divina encontram seu término na pessoa de Jesus de Nazaré, no qual resplandece a glória de Deus. Por isso, podemos hoje exprimir "a humilde, trepidante, mas plena e jubilosa profissão de nossa fé, de nossa esperança e de nosso amor" (Paulo VI).

Referência:
SGARBOSSA, Mario; GIOVANNI, Luigi. Um santo para cada dia. São Paulo: Paulus, 1983. 397 p. Tradução de: Onofre Ribeiro. Adaptações: Equipe Pocket Terço.






Compartilhar: